sexta-feira, 1 de março de 2019

Não há duas sem três

E pronto, já se acabou. 8 meses que passaram num fósforo. Sim, eu já sabia que ia ser assim, foi sempre assim, mas nem sei muito bem como é que já aqui cheguei.
O terceiro filho veio-me mostrar que não está nem aí para o que os outros dois antes deles fizeram. Nasceram antes do tempo?, pois eu vou nascer depois do tempo. Já só acordavam uma vez de noite? Pois eu não vou ter duas noites iguais. Cólicas passado 1 mês? Pois eu começo já no primeiro dia.
As teorias do terceiro filho também não se aplicam - preocupo-me com este como preocupei com os outros dois, esterilizei chuchas, vi a temperatura da água do banho e comprei-lhe roupas novas.Mas também comprovou que é mesmo mais fácil passar de 2 para 3 do que de 1 para 2.
Tem o mesmo sorriso, boa disposição e tranquilidade que os irmãos. É o bonequinho cá de casa, dos manos, dos amigos dos manos.
Há um ano atrás eu panicava com a ideia de ter mais um filho, hoje não imagino a vida de outra maneira e apesar de tudo, a nossa vida está tranquila. Fiz algumas coisas que queria, outras não saíram do papel. Entre as infidáveis tarefas domésticas também me sentei a brincar às escolas, a construir legos, a pentear bonecas, porque os mais crescidos também são pequeninos, também precisam de companhia, de atenção e continuam a pedir sempre "mãe, vem brincar comigo".
Ao mesmo tempo tento pôr em prática a minha resolução de ano novo de ter mais tempo para mim. Ainda não tenho grandes resultados mas pelo menos ainda não me esqueci dela.
E decididamente gosto mesmo de ser mãe.

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