A independência pode tornar-se um bocadinho assustadora - ou preocupante. Percebermos que, afinal, conseguimos fazer tudo sozinhos. De semana, ao fim de semana, de dia, de noite. Que pela frequência nos habituamos a não sentir a falta. Já não se sente a falta porque é o normal, somos nós, estamos nós, cada vez mais vezes sozinhos, calados, longe.
Mas ao mesmo tempo dá força e orgulho nessa força - faz-me lembrar aquela miúda que punha umas pedras no bolso e não tinha medo do que se pudesse atravessar à sua frente - se fosse preciso resolvia tudo à pedrada. I can, i am.
Remar, remar.