Já todos sabemos que a maternidade nos faz perceber que o que achávamos que era o nosso limite, não é. Passamos por coisa que antes pareciam impossíveis. Acho que é por isso que, quase dois dias passados, o meu cérebro me obriga a repetir os minutos vividos quando o meu filho desmaiou e teve uma convulsão. Já parece uma névoa de realidade e impossível, a correr pela casa a tremer à procura do telefone para ligar ao 112 enquanto ao mesmo tempo não se pensa em nada e se pensa em tudo. O coração acelerado. O susto. O pensar que a seguir nada vai ser igual.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
I know it has to be
Não sei se já disse isto (recentemente). Mas eu não consigo. É muita coisa em todo o lado. É muita coisa a minha cabeça rodopia e doí-me o corpo nem sei porquê e não consigo. Alguma ideia? Vou a correr correr e de repente paro e fico a ver tudo a passar ao meu lado. As vezes passam por mim e fazem-me um fixe, às vezes nem me veem e as vezes olham para mim com ar de looser. Mas eu? Perguntem-me lá se quero continuar a correr. Não quero, mas lá vou porque não posso ficar aqui parada. Mas não quero. E enquanto estou parada só penso no tempo em que fiquei parada e todas as coisas que devia ter feito.
sábado, 15 de fevereiro de 2025
Leviathan
Newsflash: às vezes sinto falta de algo. Como uma boa dona de casa de meia idade, sinto falta de algo.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
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