domingo, 25 de junho de 2017

Medo

Nunca pensei tanto na morte como nos últimos tempos. Depois da minha tia ter morrido 1 mês e meio depois de diagnóstico de cancro; depois de 50 pessoas terem morrido num incêndio que começou no dia da sua morte; depois de ter feito 35 anos e começar a pensar no sentido da vida. Sei que as tragédias nos devem fazer pensar na vida e não na morte; sei que tal como fazia quando estava grávida devo pensar que tudo vai correr bem; sei que tenho de viver sem pensar na morte.

Ah! “Se eu não morresse, nunca! E eternamente

Buscasse e conseguisse a perfeição das cousas!”

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