Pessoas, so pessoas, não superhomens.
Pessoas que não têm em conta a nossa sensibilidade, os nossos sentimentos, a nossa inteligência. E que acima de tudo não consideram como são para nos, como são e vivem nessa realidade alternativa que é a nossa cabeça. E é tão triste, tão desapontante, tão só, essencialmente tão só, quando percebemos que são pessoas. Só pessoas. E nada mais.
"Vinde salvar os homens
para aqui abandonados ao pesadelo de si mesmos,
só a serem homens,
homens apenas,
homens sempre,
de manhã até à noite,
semi-homens,
infra-homens,
super-homens,
ex-homens..."
José Gomes Ferreira
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